24 HORAS BTT VISEU – BiriaTTus

7 10 2008

No passado fim-de-semana aconteceu o mais espectacular evento «bttístico» em que participei desde que aderi ao BTT há cerca de 4 anos.

O grupo BiriaTTos, uma associação viseense de amantes desta fantástica modalidade está de parabéns por tudo o que nos proporcionou. Confesso que comecei por duvidar deste conceito de 24 horas a fazer BTT, mas o que é certo é que primeiro estranha-se, mas depois entranha-se! O local, ou não se chamasse Fontelo, era propício ao acontecimento, o tempo estava soberbo (embora a noite gelada) e toda a logística preparada ao pormenor para o acontecimento. O percurso era espectacular, sobretudo a parte dentro da mata, muito técnico, sem grandes subidas nem descidas, muito bem traçado e marcado; até tinha uma passagem por dentro de duas galeras TIR de um patrocinador. Logo à chegada, fiquei pasmado com o aparato; aquilo tinha ar de acontecimento a sério (aqueles da TV), bttistas a rodos e um ambiente absolutamente fantástico. Cada grupo com a sua zona de «paddock» com as tendas armadas, zona de mecânica e, claro, mesas e cadeiras para os melhores momentos. Não faltaram todas as lojas de bikes de Viseu, apresentando as últimas novidades do mercado.

Eu fiz parte da equipa BTT Mosteiro de Fráguas, junto com os meus companheiros Miguel, Pedro Cruz, Orlando, Seixas, Pedro Russo, Nuno e Fernando Jorge. Conseguimos um honroso 4º lugar, em 19 equipas de 8 elementos, o que nos deixou satisfeitos; chegámos a ser ultrapassados pela equipa de BTT Vouzela, mas na manhã de Domingo recuperámos o lugar com um esforço suplementar.

Fico feliz por ver tanta gente a gostar de BTT e, sobretudo, participar naquela mística da modalidade. Ver às 3 ou 4 da manhã, centenas de pessoas bem dispostas a fazer BTT é obra. O ambiente e aquela espécie de cumplicidade entre centenas de pessoas que partilham a mesma paixão, é arrepiante!

Voltando à Organização, tudo esteve perfeito; banhos quentes para todos sem confusões, refeições fartas, num espectacular Solar do Dão; enfim, parece que toda a cidade viveu intensamente o acontecimento e ninguém deixou de apoiar a Organização, desde as mais altas instâncias autárquicas, até pequenas empresas. Parabéns a todos!

O único reparo que me apetece fazer é que com os patrocínios existentes e o valor de inscrição pedido aos participantes, não seria demais incluir um «Jersey» de ciclismo alusivo ao evento, na mochila oferecida!

Tratou-se, pois, do melhor acontecimento de BTT em que participei e desejo que vá engrandecendo de ano para ano. Estarei sempre presente! Os BiriaTTos merecem em valente «BRAVO!» pela organização e…

…Portalegre que se cuide!

Eis as fotos que fiz durante os dois dias de prova.

http://picasaweb.google.pt/pjrcarvalho70/24HORASBtt#





DO MOSTEIRO A AVEIRO DE BIKE

12 08 2008

10 de Agosto de 2008 – do Mosteiro de Fráguas até Aveiro de bike

6.20h – Toca o despert…. não! Não chegou a tocar! E não chegou porque o desliguei antes; tinha-me deitado meia hora antes, vindo de mais um dos meus concertos, bem exausto; mas mesmo com uma directa no pêlo, não podia faltar a mais esta aventura proporcionada pelos meus amigos do BTT do Mosteiro.

Já não era a primeira vez que íamos até Aveiro; contudo, esta foi especial, pois quase todo o percurso foi fora do asfalto, pela extinta linha férrea do Vouga. Entrámos nela em Vouzela e fomos até Sernada do Vouga onde termina, ou melhor, onde começa a haver comboios de novo. Tirando uns desvios aqui e ali, onde a urbanização tomou conta da via, quase sempre ela estava transitável, com pontes e túneis à mistura e sítios de rara beleza.

Éramos 9 bttistas! Miguel, Nelson, Zé Fernando, Seixas, Sr. Luís, Carlos Pinto, Fernando Jorge, Orlando e moi même! Tudo gente boa! Tudo malta bem disposta!

7 da matina, com uma temperatura que ainda fazia arrepiar uns pelitos, lá arrancámos cheios de vigor; directinhos a Oliveira de Frades onde começou o «rally das tascas»…lololol…… Bom, não era propriamente uma tasca, mas uma pastelaria; no entanto alguns começaram logo a meter combustível (leia-se MINI); pois é! Quem não presta para beber, não presta para pedalar, lá diz o Zé povo! E assim foi! Trilho em trilho, mini em mini, tasca em tasca, chegámos a Aveiro pelas 13 horas, como se nada fosse connosco, como se tivéssemos meia dúzia de Kms; mas estavam já 100 no «conta-bichas»!

Abancámos numa espécie de «take-away» onde aviámos 18 sandes de leitão (enormes), uma dose de frango, duas toneladas de batatas fritas e esgotámos o stock de minis da casa (lololololol)! Comemos e bebemos que nem uns abades! Bem merecemos, carago!

De pança cheia, eu e o meu primo Nelson ainda fizemos mais quase 20 kms até à Costa Nova. O resto da malta, seguiram até ao parque do Feira Nova, uns metros à frente, onde os vieram buscar.

Mais uma aventura para ficar na memória! Parabéns a todos pelo feito e, da minha parte, mais uma vez, muito obrigado ao fantástico pessoal do Mosteiro por me deixarem partilhar estas emoções convosco.

Um abraço a todos e aqui estão umas fotos tiradas pelo Seixas que relatam algumas peripécias da epopeia.





EQUIPA QUE GANHA… NÃO SE MEXE!

28 05 2008

Vendido que foi o meu quadro SANTACRUZ SUPERLIGHT de 2005 e a FOX F100 RLT, andei com ideias de voltar a uma rígida (de carbono de preferência), mas depois de muitas pessoas me chamarem a atenção para que não me poderia adaptar facilmente, vindo de uma suspensão total e ainda por cima dizendo eu que adorava o quadro e a sua geometria e ergonomia… Tomei, pois adecisão de manter a «equipa», embora com um upgrade para 2008. Um SANTACRUZ SUPERLIGHT de 2008 e uma FOX F120RLC, tudo em cor branca, pois tinha visto uma de um colega e adorei.

Eis o resultado da minha nova máquina. Mas as pernitas continuam as mesmas; se o ciclista tivesse metade da qualidade da bike, era o melhor da minha rua!!!





MARATONA MOSTEIRO / TORRE (serra da estrela)

30 04 2008

No Domingo, dia 27 de Abril de 2008, mais uma grande aventura foi protagonizada pelo grupo de BTT de Mosteiro de Fráguas (ou pelo menos parte dele). Um maratona de 86 Kms levou-nos do Mosteiro até à Torre, o ponto mais alto de Portugal (2000 m).

Muitas peripécias foram acontecendo; a melhor foi o saboroso leitão devorado em plena avenida central de Seia pelas 11.30; até lá todo o grupo cumpriu sem grande esforço o percurso de bike, apoiados pelas famílias que, de automóvel, nos iam acompanhando;

Depois é que foram elas! Com o bandulho atascado de leitão, umas minis à mistura e um sol de uma da tarde já bem abrasador, 30 Kms sempre de picada constante até à Torre; dos nove ciclistas do grupo, apenas quatro chegaram brilhantemente ao destino.

Vamos a nomes, começando pelos heróis:

O Orlando, fruto de uma excelente relação peso/força e da nova decathlon bem equipada, fez aquilo com uma perna às costas tendo de esperar bué pelos outros – está em grande forma; O Seixas, apesar da sua pesada Monty, com apenas 7 mudanças na cassete, mas com uma compleição física invejável, para quem começou nestas lides há menos de um ano, chegou em segundo como se nada fosse com ele – fantástico; O Nuno foi a surpresa da epopeia; com pouco treino, pouca preparação e algum peso a mais, aguentou-se heroicamente e chegou à Torre; a seu lado, uma «rata velha» de nome Miguel que fez do apoio aos menos preparados o mote da sua viagem; de outro modo tenho a certeza que chegaria junto com o Orlando; afinal de contas este senhor, para além de pilotar a melhor e mais leve máquina do grupo está numa forma brutal – como se trata de um gentleman, deixou que todos terminassem à sua frente! É um senhor!

E agora… os rotos!

Quer dizer… fazer 70 Kms e subir meia serra da Estrela ou mais, não se lhes pode chamar rotos! Não! Os menos heróis (eheheh); O Rui ( tojó para os amigos), o Zé Paulo e o Russo não suportaram a subida e desistiram antes do Sabugueiro – muito fizeram eles para a sua preparação! O Fernando Jorge e… moi même (Paulo Carvalho), ainda passámos o Sabugueiro, mas quase na Lagoa comprida, entrámos em telepatia e decidimos que não valia a pena chegar ao limite do esforço, pese embora ambos soubéssemos que ainda tínhamos mais para dar! Não deixámos que o «sofrer» ultrapassasse o «prazer»; no meu caso, devo admitir que, ao optar por utilizar a minha bike secundária para não romper os caríssimos pneus da Santacruz em asfalto contínuo, levei um péssimo selim (de senhora), uma poltrona que me deu cabo da peidola; essa foi a causa do meu abandono, pois de pernas estava ainda «bem dentro do prazo».

Mas pronto, dentro das possibilidades de cada um, valeu o esforço e sobretudo foi um óptimo estágio para a maratona de Portalegre que aí vem.

A CEREJA NO TOPO DO BOLO:

Já na Torre, aconteceu o melhor peripécia do dia. Depois de uma bucha e mais umas minis, o pessoal acordou um quarto de hora para cada um dar um giro, comprar qualquer coisa, etc! Lá fui eu ao espaço comercial comprar um queijito da serra e uns chinelos para a minha mulher; quando cheguei ao local de encontro tive uma sensação estranha! Estava tudo igual há um quarto de hora atrás, menos uma carrinha, dois carros e um reboque de bicicletas que… deveriam ali estar e… nada! – Não era aqui! – pensei. Mas olhei e reolhei e… era ali!
Já estão a ver o filme? Estão? Pois é! Os da carrinha e os dos dois carros, todos pensaram igual: – o Paulo, esse forasteiro infiltrado de Vilar, já foi no outro carro!
Dou, pois, por mim, qual mochila esquecida numa estação de metro, só, triste e abandonado na Torre, com toda a malta já a caminho de casa. aaaaaahahahhahahhahahahahahahahahh lololololololololololollolololol!!!!!!!!!!!
Depois de me rir desalmadamente, tinha ali um imbróglio para resolver:
– Alô Miguel? Onde estão?
-Nós? Ora esta! Estamos atrás do teu carro a descer a serra!
-Eh pá! Mas acho que temos aqui um pequeno problema! Mas muito pequenino mesmo!!! Eu ainda estou na Torre e foram-se todos embora! Alguém se esqueceu aqui da encomenda!!!
Bom, estão a ver a cena, né? O pessoal meio envergonhado e o Paulo a rir-se na serra à espera da carrinha que lá teve de fazer marcha à ré!!!

O que vale é que estamos entre gente fantástica e este episódio acabou por ser a cereja no topo do bolo que foi este dia muito bem passado entre amigos.

Por fim as fotos:





TASSE MAL! TASSE, TASSE!

2 03 2008

Olá companheiros!

Como é do domínio público (eu sou uma pessoa conhecido do grande público, sobretudo nesse enorme país chamado Vilar de Besteiros) padeço de um problema de ordem psico-somática, ando a caminhar para médicos e mais médicos há 10 anos, tenho gasto rios de dinheiro e ninguém me consegue dizer qual o meu problema. Tudo aponta para que uma permanente tensão muscular advinda de ansiedade crónica, me provoque estas constantes dores lombares, com picos de ficar completamente bloqueado. Como é possível, dizerem-me que vendo saúde segundo todos os exames e sentir a minha qualidade de vida degradar-se de dia para dia, havendo situações em que de manhã não me consigo levantar com tanta dor? O mal está apenas na cabeça??? Não me venham com essa.

Ainda assim, resolvi voltar à medicação ansiolítica e na nossa voltinha de hoje as consequências já se fizeram sentir, pois os meus 3 companheiros de luta tinham de estar sempre á espera da «velha»! O Pedro sacou do seu N73 e… click! A 1º foto mostra o meu estado de espírito hoje. As minhas desculpas, mas quem é doente é assim!

Abraço

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ELE HÁ GAJOS MUITO ESTÚPIDOS!…

21 10 2007

É verdade! Há gajos muito estúpidos… e eu sou um deles!!! Imaginem que no passeio de hoje, a subir a serra em asfalto e numa fase de descontração, algo de estranho me passou pela tola e dei por mim a (tentar) fazer cavalinhos, armado em puto desses que andam kilometros numa roda… enfim é o meu sonho de criança (lololol). Numa das tentativas, pois nenhuma passou disso mesmo, a Serra do Caramulo estremeceu, qual terramoto, pois a bike virou por completo, os pedais não desencaixaram e, meus senhores, 87 Kg desamparados malharam naquele alcatrão que nem ginjas!!!

Pois é; magoei-me a valer, sobretudo à noite, já a frio as costas estão numa miséria, já não me bastava o meu problema lombar crónico. Enfim, valeu uma coisa: de certeza que nunca mais caio noutra…. aprendi a lição; aquelas coisas é para quem sabe e não para tansos como eu!!!

A foto, apesar de simulada, demonstra o estilo do tombo, só que em vez de terra batida era asfalto mesmo… e do duro!!!!

Toma lá que é para aprenderes!

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ATENÇÃO! O NELSON TEM UM QUADRO NOVO

14 10 2007

Ora, uma das surpresas do passeio BTT do Mosteiro de Fráguas (ver separador trilhos e passeios) foi o novíssimo quadro do Nelson. Depois de deixar um GT agressor derreadinho (coitadinho) eis que investiu num MONTY made em Portugal, cuja cor é patrocinada pelo recém empossado Luis Filipe Menezes (lololololol). É um quadro com uma relação qualidade / peso / preço absolutamente imbatível; eu sei do que falo porque tenho um na minha bike de reserva; só que este é MONTY; o meu é TREK (ahahahahaha)……

O rapaz estava tão entusiasmado que até… adormeceu em cima dela (lol). Vejam:

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Força companheiro. Aquele abraço!